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Pois.

Eu sei. E têm toda a liberdade para me criticarem, inclusive atirarem-me com garrafas de água e enfins – não há desculpa pela ausência de conteúdos aqui no Relatividade.

Mas vamos tentar resolver isto.

Antes de mais, gostaria de vos informar de que consegui um trabalho. Vai só durar uns meses mas já vai ser uma grande ajuda – e exigir um bom planeamento de tempo.

Ainda não me esqueci do Let’s Play AKA Butes Jogar, que será colocado online assim que conseguir arranjar um bom conversor de AVI para MPEG4 e completar o primeiro vídeo. Entretanto, tenho outro projecto ambicioso que provavelmente terá a sua piada.

Todos os dias, quando pesquiso por notícias para colocar no LusoGamer ou vou ler artigos sobre Fringe (a minha última obsessão, aguardem talvez uma review), apanho com imensa publicidade a todo o tipo de jogos online, do estilo Travian. Como sou curiosa como um gato – e eu sei que um dia me vou tramar por isso – decidi que seria divertido pegar em TODOS os jogos que me aparecessem à frente, jogá-los e regressar para contar como foi a experiência.

E bem vindo, Outono.

Só quero dizer Obrigado, Molyneux! Isto vai poupar-me testes de gravidez, 9 meses, emoções a descarrilar, depressão pré-natal e 11 anos de zangas e frustrações!

Tenho andado com este tema em mente há meses mas não sabia como abordá-lo. Hoje, enquanto dava voltas e voltas pela minha casa de jantar/centro de jogos, olhei para a estante onde eles estavam, e segui para o escritório, onde abri o Firefox e comecei a escrever isto.

A problemática dos RPG’s Orientais vs. RPG’s ocidentais tem-me chamado a atenção desde a saída de Final Fantasy XIII. Pela primeira vez, na minha vida, eu NÃO quis comprar um Final Fantasy. Nem o que quer que fosse. Nem emprestado.

Na altura, estava a jogar Lost Oddissey, e fiz uma pausa no último disco, para pegar em Blue Dragon. E, surpresa das surpresas, este último tornou-se maçudo para mim: não me trazia nada de novo. Desliguei a 360, encostei-me ao sofá e perguntei-me “Estarei eu cansada de RPG’s?”

Até ao dia em que trago para casa Mass Effect (sim, ando um pouco atrasada). E foi então que me apercebi: até agora, não tinha jogado muitos RPG‘s ocidentais mas, nos passados 10 anos, tenho idealizado demasiado os orientais.

Joguei imenso nos emuladores durante o secundário, incluindo na lista pérolas como Final Fantasy VI ou Chrono Trigger, assim como outros RPG‘s japoneses. Talvez seja isso que me deixou com a sensação de been there, done that. Excepto em Lost Oddissey, que aborda assuntos mais sérios – e me deixou com os olhos cheios de lágrimas em vários momentos.

Eis então a questão: o que é um bom RPG? O que precisa de ter? Enquanto procuro a resposta a estas perguntas, vou jogar e ler mais sobre o assunto.

quando a EA anunciou hoje Mass Effect 2 para PS3.

Sim, leram bem. Podem ver o teaser aqui.

O website 1Up lançou novamente, como faz todos os anos, uma lista de 101 jogos gratuitos pela Web. Pessoalmente, ainda não experimentei nenhum, talvez mais tarde, com feedback incluído neste post.

Aqui fica a lista -> http://www.1up.com/do/feature?cId=3180349

Quando, em 1998, me ofereceram um computador, a primeira coisa que fiz fui arranjar jogos. Primeiro, aqueles das revistas, baratos, mas que adorava na mesma. E depois começaram os empréstimos. Depois dum dia bem chato, nada como umas horas a estoirar zombies.

Isto foi durante a escola básica. Chegamos à universidade e tudo muda. O meu primeiro ano foi fantástico, conheci imensas pessoas. E chumbei, pela primeira vez na minha vida.

No meio de tanta literatura, stress, professores idiotas e depressões, tempo para jogos não é muito, especialmente para pessoas com problemas de gestão de tempo, como eu: se vissem o meu backlog

Ter entrado no eNe3, no Hi-Gamers e, recentemente, no LusoGamer, deu-me uma “desculpa” e uma esperança de continuação. Este blog é também outro projecto com esperança. Tenho imensas ideias, o problema é começar.

E vocês, como organizam o vosso tempo para jogar?

Mas, para ser honesta, quem não está?



Vi, na noite passada, o muito aguardado pela minha pessoa (e por muitas outras) Inception – A Origem.

A razão principal pela qual quis ver este filme particular era por me recordar Dark City, um dos meus filmes favoritos. Mas, obviamente, foi muito diferente, e devo até arriscar afirmar que há muito tempo que não visualizava algo TÃO bom como Inception.

Começar por onde? A arquitectura: as cidades por onde passam o filme têm exemplares muito interessantes de arquitectura, começando por Tóquio. A acção é complexa, assim como a execução, que em alguns momentos nos fizeram coçar a cabeça e questionar “Mas onde é que eles estão agora?”. Cheguei a perguntar ao meu parceiro “Já não me lembro, em que camada estão eles agora?”

A banda sonora acompanha o estrondo desta longa metragem – ela mesmo é um estrondo, por vezes até sentimos o chão a vibrar por baixo dos nossos pés, com aqueles sons metálicos que me pareceram familiares e novos no mesmo instante.

O elenco, claro, excelente, com Leonardo DiCaprio como personagem principal, abordando duma forma interessante a mesma questão que Morpheus fez a Neo em Matrix: “Tens a certeza que estás acordado?”

Apenas para mostrar as novas aquisições para a secção “Let’s play”!

Quem me conhece pessoalmente sabe que sou uma daquelas pessoas que, nos melhores momentos, fica com a cabeça a 200 km/h e tem imensas ideias – algumas delas até decentes. Mas depois vou-me abaixo, o que é chato.

Tenho umas boas ideias para o Relatividade. Uma delas, já em execução, é a criação duma sub-área inspirada nos vídeos “Let’s Play (inserir nome de jogo)”, que gostaria de dedicar a jogos menos conhecidos. Posso já avançar que o primeiro jogo será Necronomicon: o despertar das trevas. A introdução já está feita (fácil, pois consiste na minha pessoa a arrotar postas de pescada falar brevemente do jogo, de onde vem, como é a caixa, etc). Com o estudo para os exames, o projecto está em pausa.

Também tenho alguns artigos em mente e que espero poder desenvolver aqui.

Já sabem, sugestões são bem vindas (assim como títulos de jogos para a nova sub-área)! E espero que estejam a ter umas boas férias!